quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Epidemia das DROGAS


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Drogas e seus efeitos destruidores

Durante anos, o uso indevido de drogas foi tratado como assunto restrito às áreas médica e jurídica. Hoje, o tema é um dos mais presentes nos meios de comunicação, sabemos que sua abordagem deve ser a mais ampla possível, envolvendo todos os segmentos organizados da sociedade, pois é motivo de preocupação universal. Infelizmente, a maciça produção de notícias sobre esta temática nem sempre é acompanhada pela devida sobriedade, nem pelo caráter cientifico necessário. Sensacionalismos, afirmações emocionais e ou moralismos distorcem os fatos, e apresentam um panorama nebuloso e preconceituoso, o qual não favorece a adequada objetividade no trato específico do problema.
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SOLVENTES OU INALANTES

Definição: A palavra solvente significa capaz de dissolver coisas e inalantes, é toda substância que pode ser inalada, isto é, introduzida no organismo através da aspiração pelo nariz ou boca. Via de regra todo o solvente é uma substância altamente volátil, isto é, evapora facilmente e, portanto, facilmente inaladas. Outra característica dos solventes ou inalantes é que muitos deles (mas não todos) são inflamáveis. Há um enorme número de produtos comerciais como esmalte, colas, tintas, thinners, propelentes, gasolina, removedores, vernizes, etc.
Efeitos no cérebro: O início dos efeitos após a aspiração é bem rápido – de segundos a minuto no máximo – e em 15 a 40 minutos desaparecem; o usuário repete esse processo para que as sensações durem mais.
  1. Fase: É a chamada fase de excitação e é a desejada, pois a pessoa fica eufórica, aparentemente excitada, ocorrendo tonturas e perturbações auditivas e visuais. Mas pode também aparecer náuseas, espirros, tosse, muita salivação e as faces podem ficara avermelhadas.
  2. Fase: A depressão e desorientação.
  3. Fase: A depressão se aprofunda com redução acentuada do alerta, falta de coordenação ocular (o indivíduo não consegue fixar os olhos nos objetos), falta de coordenação motora com marcha vacilante, reflexos deprimidos; alucinações.
  4. Fase: Depressão tardia; o indivíduo pode perder a consciência, queda de pressão, sonhos estranhos, podendo ainda a pessoa apresentar surtos e convulsões (ataques). Esta fase ocorre com freqüência entre aqueles que cheiram em sacos plásticos. Sabe-se que a aspiração repetida dos solventes leva a destruição de neurônios (as células cerebrais) causando lesões irreversíveis no cérebro.
Efeitos tóxicos: As inalações constantes podem ocasionar lesões da medula óssea, dos rins, do fígado e dos nervos periféricos que controlam os músculos. Em alguns casos, principalmente quando existe no solvente uma impureza, o benzeno, mesmo em pequenas quantidades, pode haver diminuição de produção de glóbulos brancos e vermelhos pelo organismo.

MACONHA

É o nome dado no Brasil a planta chamada cientificamente de Cannabis sativa.
Efeitos da maconha: Os efeitos que a maconha produz sobre o homem são físico – ação sobre o próprio corpo ou partes dele – e psíquicos – ação sobre a mente.
Efeitos físicos agudos: São poucos: os olhos ficam avermelhados (o que em linguagem médica chama-se hiperemia das conjuntivas), a boca fica seca e o coração dispara, de 60-80 batimentos por minuto pode chegar a 120-140 ou mais, a chamada taquicardia.
Efeitos psíquicos agudos: Os efeitos psicotrópicos dependem do tipo de maconha utilizada, e da sensibilidade orgânica de quem a usa. Para uma parte das pessoas os efeitos são uma sensação de bem-estar acompanhada de calma e relaxamento, ausência de fadiga, vontade de rir. Para outras pessoas os efeitos são para o lado desagradável: sentem angústia, ficam aturdidas, temerosas e inseguras, trêmulas, com sudorese. Há ainda evidente perturbação na capacidade de calcular o tempo e o espaço, déficit acentuado de atenção.
Efeitos crônicos: Com o uso o contínuo, vários órgãos do corpo são afetados, principalmente pulmões e cérebro.

COGUMELOS E PLANTAS ALUCINÓGENAS

O uso do cogumelo ficou famoso no México, onde era usado pelos nativos em rituais religiosos.
Jurema: é usado pelos remanescentes índios e caboclos do Brasil. Só é usado nas cidades em rituais de candomblé por ocasião de passagem de ano
Mescal ou Peyolt: é um cacto, também utilizado desde remotos tempos na América Central, em rituais religiosos. Produz a substância alucinógena chamada mescalina. Não existe no Brasil.
Caapi e Chacrona: são plantas alucinógenas que são utilizadas conjuntamente sob forma de uma bebida que é ingerida no ritual do Santo Daime ou Culto da União Vegetal e várias outras seitas.
Efeitos no cérebro: induzem a alucinações e delírios. Produzem efeitos muito diferentes dependendo o usuário.
Efeitos no resto do corpo: os sintomas físicos são poucos salientes, pois são alucinógenos primários. Pode aparecer dilatação das pupilas, suor excessivo, taquicardia e náuseas, estes últimos mais comuns com a bebida do Santo Daime.

COCAÍNA

Droga estimulante do sistema nervoso central, uma das mais consumidas, no Brasil. A cocaína é introduzida no corpo de três formas: nasal (aspirada), endovenosa (injetada) e pulmonar (fumada).
Principais sintomas: Excitação, aumento da atividade, agressividade, idéias delirantes com paranóia, palidez acentuada, dilatação da pupila; emagrecimento e congestão nasal; tosse e expectoração escura.
Efeitos da substância: Sensação de euforia e bem-estar, idéias de grandiosidade, irritabilidade, aumento da atenção para estímulos externos, prejuízo na capacidade de avaliação e julgamento. O usuário passa a falar e a mover-se com maior rapidez e não sente sono, fome ou fadiga. Com o aumento da dose: reações de pânico, paranóia, alucinações auditivas e táteis (escutar vozes, sensações de insetos andando pelo corpo).
Danos e doenças comumente associados: Perda da sensibilidade olfativa, atrofia da mucosa com rinite crônica e perfuração do septo nasal; lesão pulmonar com diminuição da capacidade de oxigenação no sangue, por fibrose intersticial. O uso endovenoso ocasiona dois tipos de complicações, não-infecciosas e infecciosas. As complicações não-infecciosas da cocaína ocorrem quando impurezas e substância misturadas para dar quantidade são injetadas. As complicações infecciosas são causadas pelo uso comum de utensílios contaminados, utilizados no preparo e na aplicação da injeção, e manipulação de seringas compartilhadas, com a contaminação sanguínea de um indivíduo para outro.
Tratamento: Nos casos mais graves, o paciente deve ser encaminhado para um serviço de emergência, pois há risco de morte, e mantido sob observação. Caso apresente delírios e paranóias, pode ser indicada medicação neuroléptica, via intramuscular.

ÓPIO, MORFINA, HEROÍNA

Principais sintomas: Estupor, analgesia, lacrimejamento, coriza, pupila em cabeça de alfinete, sonolência.
Elementos e acessórios: pó branco cristalino ou escuro; ampolas, frascos, seringas hipodérmicas e agulhas; manchas de sangue na roupa, escaras, feridas, dedos queimados, cicatrizes e abscessos no corpo.

CRACK

O crack deriva da planta de coca, é resultante da mistura de cocaína, bicarbonato de sódio ou amônia e água destilada, resultando em grãos que são fumados em cachimbos.
O surgimento do crack se deu no início da década de 80, o que possibilitou seu fumo foi a criação da base de coca batizada como livre.
O consumo do crack é maior que o da cocaína, pois é mais barato e seus efeitos duram menos. Por ser estimulante, ocasiona dependência física e, posteriormente, a morte por sua terrível ação sobre o sistema nervoso central e cardíaco.
Devido à sua ação sobre o sistema nervoso central, o crack gera aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremores, excitação, maior aptidão física e mental. Os efeitos psicológicos são euforia, sensação de poder e aumento da auto-estima.
A dependência se constitui em pouco tempo no organismo. Se inalado junto com o álcool, o crack aumenta o ritmo cardíaco e a pressão arterial o que pode levar a resultados letais.


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A Epidemia do momento

Escrever sobre a epidemia do milênio é aparentemente fácil, difícil é ser totalmente compreendido em nosso ponto de vista. Uma epidemia pode ser controlada antes que ela tome conta  da maioria dos homens, ou animais que vierem a ter proximidade com o foco, ou probabilidade de contagio. O detalhe é que não estou falando de uma baquitéria, ou de um vírus e sim de algo muito pior, mais abrangente e devastador,estou falando da droga dos psicotropicos , o CRAK.

Efeito da Droga no Corpo Humano

Uma droga de rápida absorção, prazer efêmero e devastadora para o organismo. Forma menos pura da cocaína, o crack causa danos ainda maiores ao corpo humano pela velocidade e potência com que seus componentes chegam ao pulmão e ao cérebro. Hipertensão, problemas cardíacos, acidente vascular cerebral (AVC) e enfisema são alguns dos efeitos do seu consumo. Apesar de todos esses males, a violência e o vírus HIV ainda são apontados como as principais causas de morte dos usuários de crack.

 Ps. " O Crak é uma droga que tem levados muitos jovens e adultos a se viciarem com facilidade, com esse avanço muitas famnilias tem se desestruturado, e a infelicidade tem batido a porta de muitas pessoas...   Droga é coisa séria Proteja-se... 

A Research Report - NIDA (National Institute on Drug Abuse), publicou uma reportagem sobre o panfleto " Marijuana Abuse" que contém oito páginas e resume o conhecimento científico atual sobre o uso da maconha e seus efeitos. "A maconha hoje em dia é muito mais potente que há 30 anos atrás", diz Dr. Glen R. Hanson, um dos diretores da NIDA. "A maconha pode produzir uma ampla variedade de efeitos físicos e emocionais, e contrariamente ao que muitas pessoas acreditam, pode causar dependência"


Efeitos agudos do uso da maconha


Os efeitos da maconha começam tão logo a droga entra no cérebro. Os efeitos de alteração do estado mental são causados pelo tetrahydrocannabinol (THC). Poucos minutos após a inalação da fumaça da maconha, a freqüência cardíaca do usuário se acelera, há um relaxamento nos brônquios e o fluxo de sangue nos olhos aumenta. Rapidamente o usuário sente euforia, experimenta sensações de bem estar e as cores e sons ficam mais intensos do que o usual. Em seguida, pode sentir a boca seca e ter muita fome ou sede. Quando passa a euforia, o usuário pode se sentir sonolento ou deprimido. Algumas vezes, ao passar o estado de euforia, o uso da maconha pode trazer ansiedade, medo e até pânico.

Durante a fase de intoxicação aguda da maconha, o usuário pode ter dificuldades em formar memórias. O THC também interfere em regiões do cérebro que controlam equilíbrio, postura e coordenação de movimentos.

Com altas doses de maconha, o usuário pode ser acometido por uma espécie de psicose tóxica, incluindo alucinações, ilusões e a perda do senso de identidade pessoal. As causas específicas do desencadeamento da psicose são desconhecidas, mas este efeito tóxico é mais freqüente quando uma grande dose de THC é consumida via oral, na comida ou bebida do que quando fumada.



Efeitos de longo prazo na saúde



A maconha tem efeitos adversos na memória e habilidades de aprendizagem que podem ser persistentes ao longo do tempo. Outros efeitos neuropsicológicos do abuso de longo prazo estão atualmente sendo estudados e parecem ser cumulativos, podendo durar indefinidamente. Fumantes habituais de maconha podem ter os mesmos problemas respiratórios que os fumantes de tabaco: tosse e produção de secreção diária, freqüência respiratória alterada, tendência à obstrução das vias aéreas e risco elevado de infecções pulmonares. Dados sugerem que a fumaça da maconha também aumenta a probabilidade de desenvolvimento do câncer de cabeça e pescoço, tendo potencial de desencadear câncer de pulmão.


Alguns efeitos adversos podem ser resultado da interferência do THC no sistema imunológico. Em estudos com ratos, aqueles expostos ao THC ou substâncias semelhantes, observou-se maior probabilidade a desenvolverem infecções bacterianas e tumores do que os animais não expostos. Notou-se que a exposição aos componentes da maconha causou falhas no sistema imunológico tanto nos estudos que utilizaram células animais quanto aqueles que utilizaram células de seres humanos. As ações normais de proteção do sistema imunológico parecem ser inibidas, deixando o organismo mais exposto as agressões internas e externas.


Um sério risco decorrente do uso da maconha por tempo prolongado é a dependência, isto é, um padrão de uso crescente e compulsivo da droga, com o prejuízo na família, escola e trabalho. Sintomas de abstinência e desejo aumentado pela droga podem ser muito difíceis para usuários crônicos que desejam interromper o uso da droga. Não existem medicamentos para tratar especificamente a dependência da maconha, mas há evidências que algumas modalidades de terapias comportamentais podem auxiliar de forma expressiva no tratamento. Pesquisadores estão estudando as formas mais eficazes de aconselhamento e motivação para a abstinência. 



Efeitos na vida escolar, profissional e social



Estudantes que fumam maconha têm uma tendência a apresentar notas mais baixas do que aqueles que não fumam. Trabalhadores que fumam são mais propensos a ter problemas no ambiente de trabalho. Depressão, ansiedade e distúrbios de personalidade estão associados com o uso da maconha, sendo as principais comorbidades encontradas. A maconha interfere na habilidade de aprendizado das pessoas e na capacidade de lembrar de informações isoladas, assim usuários habituais podem ter problemas no desenvolvimento de suas potencialidades intelectuais, tanto no trabalho, quanto socialmente. Pesquisas com estudantes mostram que o uso da maconha está relacionada com a redução nas habilidades psicológicas, e estas por sua vez com a capacidade de manter confiança e persistir na obtenção de suas metas. 

Para maiores informações sobre a maconha, seus efeitos e conseqüências, consulte o site www.drugabuse.gov : "National Institute on Drug Abuse", e o www.marijuana-info.org.




Lei Seca vai reprimir uso de drogas entre motoristas

A partir de 2011 a operação Lei Seca passará a reprimir motoristas que consumiram maconha, cocaína, ecstasy e até calmantes. O novo equipamento desenvolvido pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) será acompanhado de um carro-laboratório que estará presente em cada uma das sete equipes da operação no Rio de Janeiro.
Capaz de acusar oito tipos de drogas (anfetaminas, metanfetaminas, canabinoides, derivados da cocaína e ecstasy, álcool, diazepínicos e opiáceos) o novo equipamento deve substituir o bafômetro. Os novos testes serão feitos com amostras da saliva dos motoristas.
Além da polêmica sobre o risco real de se dirigir sobre o efeito de algum entorpecente, o novo teste já tem sua eficácia questionada. Ao se reprimir os motoristas que fizeram uso das drogas listadas acima a operação pode enquadrar pessoas que não estão mais sob o efeito das drogas.

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Isso porque algumas substâncias - dentre elas a maconha - permanecem no corpo humano mesmo após o término do efeito entorpecente. No caso da maconha, os canabinóides podem ser encontrados por via oral até 34 horas após o uso. Neste caso, o motorista pode ser punido mesmo sem estar dirigindo sob o efeito do entorpecente.
A questão também envolve outra problemática jurídica. De acordo com o advogado Gerardo Santiago “ninguém pode ser obrigado a produzir prova contra si mesmo. Se alguém bebeu e está dirigindo, não é aconselhável que se submeta ao bafômetro. Ao se negar, já está tendo o ganho de se livrar de uma condenação em um processo penal. A punição passa a ser apenas um processo administrativo no Detran”, explica.

Não se engane,

Drogas não escolhem cor, crença ou classe social.
Todos nós podemos nos viciar em Drogas, depende da consciencia de cada pessoa.
Mas o que a Maioria das pessoas erram quando o assunto é drogas,é no preconceito de que toda a origem dele , e aonde é mais utilizada sao nas periferias em familias de classe social baixa.
O vicio não escolhe classe social: Há drogados nas famílias de classe alta, média e baixa. A maioria dos viciados vem de famílias cujos pais não usam – nem usaram –drogas.

Alguns exemplos mostraram casos de filhos dependentes em classes diferentes:

O jovem teve que cancelar a matrícula numa universidade particular onde cursava Direito para se tratar. Até então, no entanto, o pai, um empresário rico não havia percebido que o filho estava se afundando na droga. Foi preciso o rapaz se envolver em uma tentativa de homicídio para que o pai acordasse.

Um jornalista de Cuiabá, filho de família classe média alta, usa droga há mais de dez anos. Nunca aceitou conselhos e ainda debochava quando alguém tentava, sequer insinuar que ele era viciado. “Uso droga, mas não sou viciado”.

O tempo passou e ele começou a se afundar cada vez mais. Magro, com os dentes se estragando, envolvido na droga e no álcool, o jornalista ainda tentou resistir, mas um dia ele resolveu abrir o jogo e desabafou quase chorando, deixando no ar uma emoção indescritível.

“Amigo, me ajuda. Eu estou morrendo aos poucos. A droga está me matando. Tentei ser durão, mas agora eu preciso de ajuda. Já tentei muitas vezes sair da droga, mas não consigo. Vou e volto cada vez mais rápido. Não tenho mais fome e sinto que estou ficando cada vez mais fraco”, desabafou o jornalista que pediu para não ser identificado nem pelas letras do nome.

A jovem de 19 anos, moradora de um bairro nobre de Cuiabá conseguiu se manter distante da mãe por mais de quatro anos sem que ela soubesse que a filha era usuária de drogas e andava em más companhias. L.S., é filha de uma jovem psicólogo de 42 anos, que agora só pedem para não serem identificadas.

“Já fui preso, pelo menos que eu me lembre uma dez vezes. Comecei a usar droga aos 11 anos com amiguinhos no Morro da Luz e não parei até hoje. Já completei 21 anos, só que eu não vendo droga, só uso. Por isso eu entro e saiu dos plantões da Polícia Civil”, conta o ex-menor carente.

O jovem negro que mora periferia não é diferente do branco morador dos bairros nobres. Todos estão expostos ao perigo de entrar para o mundo dos usuários de drogas.Então, tenha mais consciencia de suas escolhas e não se engane,drogas, mata.

Curiosidades

Gírias utilizadas por usuários de drogas:
Queimar um/ marfu - fumar
Mocosar/ entocar - esconder
Caretaço - livre de qualquer efeito da maconha
Sussu - sossego
Rolê - volta
Pifão - bebedeira
Rolar - preparar um cigarro
Cabeça Feita - fuma antes de ir a um lugar
Chapado - sob o efeito da maconha
Bad Trip - viagem ruim, com sofrimentos
Nóia - preocupação
Marofa/ marola - fumaça da maconha
Teto preto - desmaia

Tapas - tragadas
Palas - sinais característicos das drogas
Larica - fome química
Matar a Lara - matar a fome química
Maricas - cachimbos artesanais
Pontas - parte final da maconha não fumada
Cemitério de Pontas - caixinha ou recipientes plásticos usados para guardar as pontas
Pilador - socador para pressionar a maconha já enrolada dentro da seda
Dichavar o fumo - soltar a maconha compactada em tijolos ou seus pedaços e separar As Partes que lhe dão gosto ruim
Sujeira - situação perigosa
Dançou - usuário que foi flagrado fumando
Mocós - esconderijos de droga
"Pipou uma vez, está fisgado"
Droga Tecnológica - I-doser:

I-doser é um site que disponibiliza várias drogas. Através de arquivos de áudio são provocadas nos ouvintes sensações semelhantes as das drogas. 

Ainda que pareça estranho, é comum na internet a frase “clique aqui para se drogar”, onde o usuário procura simulação para obter sensação da vida real. Por meio de batidas musicais, os efeitos do ópio, da cocaína e da maconha são simulados causando sensação de alucinação, euforia e sedação no usuário, isto ocorre devido às ondas sonoras que ativam algumas áreas do cérebro. 

Fazendo o download da droga, o usuário a experimenta quando desejar, sendo que cada arquivo apresenta de quinze a quarenta e cinco minutos (quinze minutos é equivalente a nove doses) e é ouvido somente uma vez, são utilizadas com fone de ouvido em local silencioso. As doses estão agrupadas em categorias, como, por exemplo, doses espirituais até sexuais. 

Segundo especialistas os efeitos desta droga e a dependência não estão muito claros, apesar de serem perigosas e se tratarem, de certa forma, de uma hipnose, 

uma vez que a consciência do usuário é manipulada.




Lança-Perfume

Lança-perfume: a droga dos carnavais. 

O lança-perfume é um solvente à base de cloreto de etila, éter, clorofórmio e essência perfumada, fabricado na Argentina. É armazenado em tubos de alta pressão, permitindo com que seja facilmente evaporado e inalado de forma eficaz.

Essa substância é absorvida pela mucosa pulmonar, sendo seus componentes levados, via corrente sanguínea, aos rins, fígado e sistema nervoso. Liberando adrenalina no organismo, acelera a frequência cardíaca, proporcionando sensação de euforia e desinibição ao mesmo tempo em que confere perturbações auditivas e visuais, perda de autocontrole e visão confusa.

Como seus efeitos são rápidos, os usuários tendem a inalá-lo diversas vezes, potencializando a ação de seus compostos sobre o organismo. Assim, seu uso pode desencadear em quadros mais sérios, como falta de ar, desmaios, alucinações, convulsões, paradas cardíacas e morte. Além disso, por alterar a consciência do indivíduo, permite com que este esteja mais vulnerável a acidentes.

Seu uso no Brasil se deu no início da década de vinte, no carnaval do Rio de Janeiro, no qual era borrifado nos foliões, perfumando-os e fornecendo sensações agradáveis. Aparentemente uma diversão inofensiva, seus efeitos adversos e consequências mais sérias fizeram com que, mais tarde, o presidente Jânio Quadros decretasse a proibição de seu uso em nosso país. Entretanto, o lança-perfume continuou sendo utilizado nos anos e décadas seguintes, de forma relativamente acessível, já que é contrabandeado do Paraguai e Argentina: locais estes onde sua fabricação não é proibida. 




Inalantes. O que são eles?

Os inalantes são substâncias aspiradas pelo nariz ou pela boca que podem ser produzidas a partir de diferentes princípios ativos que induzem o organismo a produzir modificações alucinógenas e depressoras. Para a produção dessas substâncias são utilizadas solventes juntamente com aerossóis, gasolinas, colas, esmaltes, tintas, acetonas, éter, ambientadores, vernizes, fluído de isqueiro, spray para cabelos e muitos outros.

Com o intuito de obter excitação e euforia as pessoas utilizam os inalantes. Esses, também podem gerar efeitos inesperados e indesejáveis de diferentes formas, já que sua composição é bastante variada. Em geral, provocam agressividade, sonolência, confusão, perda do autocontrole, impulsividade, inquietação, perda da coordenação motora, vertigem, distorção do tempo e das cores, fraqueza muscular, tremores, delírios, podendo, em alguns casos, ocorrer paralisia dos nervos cranianos e periféricos, perda de consciência, lesão cardíaca e no fígado, coma, convulsões e outros.

Os inalantes são substâncias que promovem a dependência de quem os utiliza, bem como a síndrome da abstinência que normalmente dura dois meses. A síndrome pode ser caracterizada pelos efeitos que ocorre, como ansiedade, depressão, agitação, perda de apetite, irritação, agressividade, náuseas, tremores e tonturas. Após a conscientização do usuário sobre o seu problema, esse deve procurar auxílio médico para que o melhor procedimento para a recuperação seja realizado. Existem vários tipos de tratamento para o usuário de inalantes, mas 
esses tratamentos devem ser aplicados por profissionais especializados na área.


Álcool. Uma coisa tão comum, podendo afetar a todos.

O principal agente do álcool é o etanol (álcool etílico). O consumo do álcool é antigo, bebidas como vinho e cerveja possuíam conteúdo alcoólico baixo, uma vez que passavam pelo processo de fermentação. Outros tipos de bebidas alcoólicas apareceram depois, com o processo de destilação. 

Apesar de o álcool possuir grande aceitação social e seu consumo ser estimulado pela sociedade, este é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso 
central, podendo causar dependência e mudança no comportamento.


Cigarros, serão eles tão ruins assim?

Por longos e longos anos as pessoas foram ensinadas que o cigarro somente provocaria reações no organismo após um grande período de uso, porém estudos recentes desmentem tais ensinamentos e assustadoramente mostram a real força do cigarro no organismo. Este, composto por tabaco seco enrolado por um fino papel que se queima após ser aceso, provoca rápidas reações no corpo do homem.

Segundo estudiosos, cerca de 10% dos fumantes que colocam o primeiro cigarro na boca já apresentam reações significativas no organismo que provocam a dependência por um período de até dois dias depois, idéia que se aplicava somente aos fumantes de longa data. O curioso é que um cigarro consegue suprir, em fumantes iniciantes, a necessidade do organismo em relação à droga 
por até uma semana, o que não acontece com fumantes de longa data.


O que são as drogas?

Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da maconha). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga presta-se a várias interpretações, mas comumente suscita a idéia de uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento. As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranqüilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas são as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injeção, por inalação, via oral, 
injeção intravenosa ou aplicada via retal (supositório).


Ranking



1º. Heroína
2º. Cocaína
3º. Barbitúricos (ansiedade)
4º. Metadona (Ópio)
5º. Álcool
6º. Cetamina
7º. Benzodiazepinas (valium e remédios p/dormir)
8º. Anfetamina (moderador de apetite)
9º. Tabaco
10º. Buprenorfina (analgésico)
11º Maconha
ANTES E DEPOIS:


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