domingo, 29 de abril de 2012

Imperfeições da madeira



Qual o nome da massa que pintores usam para corrigir defeitos em madeiras?

Resp: Não existe um nome certo, pois cada fabricante de tinta da um nome diferente para seu produto, porém, esse tipo de material é mais conhecido como massa própria para madeira, quero dizer; quando for comprar esse produto, diga para o vendedor que deseja comprar massa própria para tirar imperfeições na madeira.


Qual os tipos de massa que podemos usar para tirar defeito da madeira antes de envernizar ou pintar?

Basicamente existem dois tipos de massa para tapar buracos em madeira, ou melhor dizendo; existe massa de cor/tingida na cor da madeira que é utilizada para tirar defeitos antes de envernizar a porta ou móvel e massa branca que é usada para alisar e tirar defeitos das portas antes de pintar.

Massa de cor/tingida ou colorida:

A massa de cor é aquela que pintores usam para corrigir defeitos das madeiras antes de envernizar, vou passar um exemplo na prática deste tipo de material:

Quando vamos envernizar uma porta de madeira na cor mogno e a porta está com um pequeno defeito o que devemos fazer?

Nesse caso devemos comprar massa própria para madeira na cor mogno, pois a massa já estará na mesma cor da madeira e quando aplicarmos a massa sobre o buraco quase não notaremos o defeito.

Então você me pergunta: e a massa branca de madeira, onde podemos usar a mesma?

A massa branca própria para madeira é utilizada na correção e alisamento de portas antes de pintar, quero dizer; quando observamos uma porta pintada de branco bem lisinha e perfeita, isso quer dizer que foi usado massa branca para alisar a porta antes de pintar, porém, também existe a massa rápida que é utilizada na pintura laca para tirar defeitos em madeira, sendo que, não vem ao caso falar agora deste tipo de material.

Enfim, segue o procedimento para tirar imperfeições em madeira antes de envernizar:

1º Passo: Lixe a madeira da porta ou móvel com lixa de nº 150 e remova a poeira.
2º Passo: Pegue um pouco de massa própria para madeira com uma espátula e passe sobre o defeito.
3º Passo: Se a massa aplicada minguar é necessário aplicar outra demão de massa sobre o defeito da madeira até nivelar o buraco com a superfície.
4º Passo: Após corrigir o  buraco da madeira, devemos lixar o mesmo com lixa de nº 150 e remover a poeira.
Finalização: Aplique três demão de verniz sobre a madeira obedecendo o intervalo de secagem do verniz que é sugerido pelo fabricante.

sábado, 28 de abril de 2012

Arroz engorda?



A acusação injusta de que o arroz engorda  tem induzido muita gente a  cortar o grão da dieta. Coincidência ou não, as estatísticas revelam  que, nos últimos dez anos, o brasileiro  reduziu em 40% o consumo do cereal. Uma pena: nenhum outro alimento combina tão bem com o feijão – o casamento é erfeito porque os aminoácidos de um se unem aos do outro, formando uma proteína completa e ajudando a reparar os músculos. Fonte de carboidrato, o arroz ainda fornece energia, outro combustível importante para o processo de recuperação da musculatura. O segredo para você obter apenas os benefícios desse alimento é fácil de adivinhar: maneirar na porção.
Uma pesquisa da Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, mostrou que quem tira o arroz da refeição perde um forte aliado da dieta: na versão integral, ele reduz em 27% o risco do aparecimento da gordura abdominal, a mais perigosa para o coração e difícil de ser eliminada. Esse poder, segundo os especialistas, vem dos antioxidantes e das fibras presentes no cereal. As calorias são quase as mesmas  nos diferentes tipos: cerca de 165 em uma colher de servir. Não é pouco, mas ainda assim ajuda a economizar no total da refeição. Por que isso acontece? “Quando colocamos arroz no prato, a tendência é deixarmos de lado outros carboidratos, como macarrão e batata”, diz a nutricionista Solange Brazaca, professora da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP.
A ideia não é que você coma arroz todo santo dia. Mas mostrar que, se quiser, pode ir em frente – afinal, são mais de 1500 espécies no mundo! A lista disponível por aqui é menor, mas não tanto que dê para cansar o paladar. É só fazer um rodízio entre eles. “Cada tipo de arroz tem um sabor específico e pede acompanhamentos diferentes, deixando o prato colorido e criativo”, orienta o chef de cozinha Andrew S. Bushee, educador do Culinary Institute of Brazil, em Piracicaba (SP). A concentração de nutrientes também varia. Mais um motivo para você comer um tipo a cada dia.
BRANCO
É o mais consumido em todo o mundo, provavelmente por ser o mais barato e prático de preparar – conhecido como arroz fast food, fica pronto em menos de 15 minutos. Oferece aminoácidos e amido (carboidrato), mas é pobre em vitaminas e minerais – nutrientes perdidos no processo de refinamento e polimento. Se for impossível trocar de vez pelo integral, procure sempre combiná-lo com feijão ou verduras – as fibras desses alimentos ajudam a reduzir o índice glicêmico do arroz polido e reduzem o risco de ele engordar.
Segredos de preparo: use uma panela antiaderente e aqueça bem. Refogue a cebola com pouco óleo
e acrescente o arroz lavado e escorrido. Refogue até secar sem parar de mexer e só então acrescente a água fria ou quente (2 xícaras para uma de arroz) com sal a gosto. Deixe cozinhar em fogo brando. Combina com quase tudo, com exceção de massas.

PARBOILIZADO
E mais nutritivo que o branco, oferece uma porção maior de proteína, vitaminas e minerais, especialmente cálcio. Isso porque o grão é pré-cozido ainda com a casca, o que provoca a migração desses nutrientes para o interior dele. Outra vantagem em relação ao branco: é mais firminho, o que revela a presença de amido resistente, oferecendo menor risco à dieta. E ainda  fica mais soltinho depois de ronto.
Segredos de preparo: os mesmos do arroz branco. Vai bem na sopa e com quase todo tipo de acompanhamento.
INTEGRAL
Mantém preservada a película que envolve o grão. Por isso, o arroz integral é rico em vitaminas B1, B6 e B5 – importantes para o sistema nervoso e a saúde dos músculos, das células e do coração. Essas vitaminas também fazem parte do metabolismo do açúcar, da proteína e da gordura. O integral ainda oferece antioxidantes (selênio, vitamina E) e mais fibras do que qualquer outro tipo – esses nutrientes promovem saciedade e melhoram o funcionamento do intestino. Percebeu a importância desse arroz para a dieta? Entre os integrais, os mais conhecidos são o cateto (arredondado), o agulhinha (alongado) e o vermelho. Além de ser o mais macio dos integrais, este último tem ferro, zinco e um componente (monocolina) que ajuda a reduzir o coletesterol ruim.
Segredos de preparo: evite lavar – assim, ele fica mais soltinho e saboroso – e toste sem óleo antes de acrescentar a água fria ou quente (3 xícaras para uma de arroz) com sal a gosto. Na panela normal leva cerca de 40 minutos para ficar pronto.
SELVAGEM
Marrom-escuro por fora e claro e macio por dentro, o grão é classificado e consumido como arroz, mas, na verdade, é uma gramínia originalmente cultivada pelos índios americanos. As propriedades nutricionais são próximas as do integral, com a diferença de ter menos carboidrato. Coloque no prato sem medo de engordar! O sabor é marcante, ficando mais suave se misturado ao arroz branco ou integral.
Segredos de preparo: coloque direto na água fria (2 xícaras para uma de arroz) com sal. Depois de ferver, cozinhe em fogo brando por 40 minutos sem tampar a panela. Pode ser servido quente ou frio, na forma de salada


PRETO
A cor e o sabor acastanhados desse arroz, ainda novidade no mercado brasileiro, dão ao grão um perfil gourmet. Mas vale colocá-lo no prato com frequência, pois contém uma quantidade surpreendente de compostos fenólicos – antioxidantes potentes contra o envelhecimento. Assim como o integral, oferece vitaminas do complexo B e uma boa dose de fibras e de proteína. Ou seja, tem tudo para fazer sucesso no prato de quem está em busca da boa forma.
Segredos de preparo: refogue demoradamente o arroz (sem lavar) com a cebola antes de pôr a água ( 2 1/2 xícaras para uma de arroz) quente com sal. Deixe cozinhar em fogo brando por cerca de 50 minutos. Combina com frutos do mar,  peixe e frango. Experimente misturá-lo com arroz branco (preparados separadamente) para deixar o prato mais colorido.
ARBÓREO
De origem italiana, é um grão curto, gordinho e branco. O nome soa ecológico, mas seu perfil nutricional é semelhante ao do arroz branco polido, ou seja, tem mais carboidrato do que proteína. Fibras, vitaminas e minerais também passam longe. Mas é perfeito para o preparo de risoto, pois absorve bem os temperos e, depois de cozido, fica durinho por fora e cremoso por dentro. Para baixar o índice glicêmico do grão, junte uma proteína magra (frango, peixe) e uma fonte de fibras (rúcula, abobrinha) à receita e, claro, dispense a manteiga.
Segredos de preparo: não pode ser lavado e deve ser mexido durante o preparo para soltar o amido, deixando o risoto cremoso. Acrescente a água (ou caldo de legumes, peixe ou carne) quente aos poucos, em quantidade suficiente para o grão ficar al dente.


BASMATI
Variedade indiana, tem grão longo, que fica macio e soltinho depois de cozido, com aroma de nozes e sabor delicado. É perfeito para o preparo de paella, receita típica espanhola, e pratos apimentados, como  os indianos. Nas refeições do dia a dia, pode substituir tranquilamente o arroz branco.
Prefira a versão integral – para garantir uma dose maior de proteína e fibras – do que o basmati polido.

Segredos de preparo: no caso do basmati polido, siga o processo do branco. Na versão integral, evite lavar e toste antes de acrescentar a água (2 xícaras para uma de arroz) quente ou fria com sal. Demora cerca de 40 minutos para ficar pronto
MOTI
É o famoso arroz japonês. Assim como o branco polido, tem mais carboidrato do que proteína e quase nada de fibras, resultando em um grão que dispara os níveis de açúcar no sangue, o que engorda.
Mas esse “defeito” é amenizado quando ele vem acompanhado de peixe e alga – ingredientes do sushi e do temaki. Mesmo assim é bom não exagerar na quantidade. Depois de cozido, o moti também rende uma boa massa para o preparo de bolinho – mas evite, pois é frito.

Segredos de preparo: lave bem, mergulhe na água (2 xícaras para uma de arroz) com sal e deixe ferver. Abaixe o fogo e cozinhe por 15 minutos. Deixe descansar por mais 10 minutos ainda com a panela tampada e pronto.


fonte:http://boaforma.abril.com.br

Dicas de como fazer mudas de plantas e árvores.

Mais jardins


Escolha do Tamanho meias Kendall



Para escolher o tamanho adequado da sua meia Kendall, meça a circunferência da sua panturrilha (barriga da perna), do seu tornozelo e meia-coxa e compare com as tabelas abaixo. O ajuste da meia será ainda melhor se a altura estiver entre 1.45m e 1.75m.

Se a medida da sua panturrilha estiver num dos limites, recomendamos que você opte pelo tamanho imediatamente maior.
Perna (Chart).jpg


Tabela de Medidas 

Tabela Geral Feminina


Tabela 7/8 Feminina

Veja as tabelas de meias fabricadas até 2009

Tabela Geral Masculina


Tabela 7/8 Masculina

sexta-feira, 27 de abril de 2012

O mundo secreto dos jardins


10 dicas conquistar os pássaros para seu jardim




1. Instale a bandeja do comedouro em altura suficiente para que não possa ser acessada por intrusos como cães, gatos e outros.
2. Escolha um local próximo a uma árvore para que os pássaros tenham sombra e um ponto de abrigo.
3. Água, arroz, migalhas de pão, sementes e frutas podem fazer parte do cardápio. Abacate, mamão, banana e goiaba estão entre as frutas mais apreciadas.
4. Uma vez iniciada, a prática de oferecer alimentos não deve ser interrompida abruptamente. Principalmente nas cidades, os visitantes se acostumam com o alimento fácil à disposição e podem sofrer com a falta.
5. Higienizar bem o comedouro e eventuais recipientes é muito importante. As garrafinhas com água e açúcar para beija-flores exigem atenção especial. É preciso lavá-las semanalmente com água e cloro, além de trocar a água todos os dias.
6. Ter um quintal ou mesmo um canteiro já é o suficiente para plantar uma árvore frutífera que vai atrair os pássaros. Pitangueira, abacateiro, goiabeira, ameixeira e amoreira são algumas boas opções.
7. Mesmo a varanda de um apartamento pode ser um espaço propício para a visita de pássaros. A dica é ter um arbusto frutífero ou florífero em um vaso.
8. Beija-flores gostam de espécies floríferas como escova-de-garrafa, grevílea-anã, ipê e sanquésia, por exemplo.
9. Uma grevílea-anã em flor corresponde ao mesmo que uma garrafinha de água com açúcar por dia. Generosa, ela floresce quase o ano todo.
10. A arborização de parques, avenidas e jardins públicos pode ser feita com espécies que atraem os pássaros. Cada um pode influenciar no destino da vizinhança e do bairro para transformar a cidade em um ambiente mais amigo dos pássaros.

Algumas árvores frutíferas e as espécies de pássaros que elas atraem:
Acerola: atrai sanhaços, saíras, sabiás
Abacateiro: atrai sabiás, sanhaços, jacus, pica-paus
Amoreira: atrai sabiás, sanhaços, bem-te-vis, saíras
Bananeira: atrai tico-ticos, sanhaços, sabiás, saíras
Cajueiro: atrai sabiás, sanhaços, saíras, periquitos, papagaios
Caquizeiro: atrai saíras, sabiás, bem-te-vis
Figueira: atrai tucanos, periquitos, jacus tico-ticos, tangarás
Gabirobeira: atrai sanhaços, sabiás, saíras
Goiabeira: atrai periquitos, sanhaços, sabiás, tiés, saíras
Jabuticabeira: atrai periquitos, sanhaços, saíras, sabiás
Mamoeiro: atrai tucanos, sabiás, sanhaços, pica-paus
Pitangueira: atrai sabiás, bem-te-vis, jacus, saíras, arapongas


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Como servir os brotos



 

saladinha-de-broto-de-alfafa


Transfira os brotos colhidos para uma vasilha funda, com água. Agite a água e os brotos vigorosamente com as mãos. Os brotos que oferecem cascas deverão soltá-las em grande parte. A agitação da água também permite limpar os resíduos metabólicos (açúcares) das superfícies dos brotos, o que evita a formação de gases no seu organismo.

Os sabores dos brotos não são primores para satisfazer nenhum gourmet, mas eles são tão saudáveis que uma dieta à base de brotos pode melhorar e muito a sua saúde. Portanto, experimente cada um em separado e veja quais as misturas que você mais gosta.

Se você ainda não está acostumado(a) aos sabores dos brotos, enriqueça a comida do dia a dia ou a salada. Alguns têm gostos mais picantes, outros mais amenos.

Experimente misturá-los ao Tofú (queijo de soja) com azeite de oliva e orégano (esfregue este entre as mãos antes de jogar sobre a comida).

Se você gosta de um toque doce, experimente cortar cubos pequenos de maçãs (sem casca e sem sementes) e misture com uvas-passas e com os brotos (inteiros). Misturar flores comestíveis (?capuxinhos?) também dão um toque especial.

Outras boas misturas são tahini (pasta de gergelim), babaganoug (pasta de berinjela com tahini) e a própria berinjela assada no forno (asse bastante no forno, bata, sem a casca, com algumas gotas de limão e azeite de oliva, no liquidificador). Ou seja: invente e tente! 


Brotos crus também são bons para misturar a sopas de legumes, principalmente às mais consistentes (batidas no liquidificador) como a de abóbora com ervilhas. Experimente a sopa de brotos colhidos a 1 ou 2 dias.

Saladas de brotos, temperadas à gosto, também são opções para quem não os aprecia in-natura

Lembre-se que todo alimento cozido perde as enzimas que ajudam na digestão, assim como boa parte da energia vital. Prefira comê-los crus ou misturados com cozidos.



Algumas dicas sobre brotos

Os brotos são 80% água, portando utilize, preferencialmente, uma fonte de água filtrada para molhá-los.

Antes de comê-los ou cozinhá-los, lave-os com água em abundância para retirar os resíduos metabólicos. Eles podem causar gases.

Veja com atenção as observações sobre cada uma das sementes citadas abaixo. Algumas não devem ser germinadas.

Para conservar os brotos de um dia para o outro, depois da colheita, coloque-os secos em um saco plástico, retire o ar e leve-os à geladeira. Não é aconselhável guardá-los por mais de um dia ou deixá-los de fora, pois perdem suas propriedades facilmente. Em restaurantes, se você sentir o gosto ou o cheiro meio azedo, prefira não comê-los.

Para evitar gases, que são causados pela comida que não foi totalmente digerida, tente o seguinte:

Mastigue bastante antes de engolir, de preferência misturando muita saliva à comida.
Evite comer com nervosismo ou stress.

Lave sempre ? e bem ? os brotos antes do consumo. Isto retira os açúcares (oligossacarídeos, ou carboidratos que produzem poucos monossacarídeos na hidrólise ? processo digestivo) criados na superfície pelos processos metabólicos.

Misture a eles uma pequena quantidade de gengibre ou açafrão (que é um tipo de gengibre), seja em pó ou frescos. Isto ajuda a digerir melhor as proteínas dos brotos.

Gengibre é considerado como um supremo ?digestor? de toxinas

Açafrão é considerado a melhor medicina pela Ayurveda

Brotos de ?fenugeek? são considerados excelentes digestivos. Pode-se adicionar ou as sementes na mistura de brotos ou os próprios brotos, que crescem rapidamente.

Erva-doce (funcho) pode ser ingerida como estímulo digestivo:
- Em pó (1 colher de chá), com água morna, 30 minutos antes da digestão;
- Na forma de brotos (demoram para crescer);
- Em sementes hidratadas, mastigadas após a refeição (ficam mais amargas).

Use temperos anti-gazes em pequenas quantidades, como o coentro e o cominho, em pó ou hidratados ou em brotos (de 1 a 1,5 dias).

Coma os feijões maiores somente depois de vários dias de germinação. Prefira os feijões que são menores (azuki, moyashi etc)

Evite os brotos de leguminosas, pois eles causam mais gazes.

Use temperos digestivos em pequenas quantidades, em pó ou hidratados ou em brotos, como o cardamomo (os frutos dele), a mostarda, o cominho e a canela.

Use óleos naturais, que são anti-gazes: tahini (óleo de gergelim), brotos de girassol (antes de germinarem as folhas), abacate, óleo de girassol, nozes em geral.


Sementes que são utilizadas para germinar brotos

Geralmente, qualquer semente que você compra para cozinhar servirá para germinar os seus brotos. Tenha apenas o cuidado de escolher sementes orgânicas (sem agrotóxicos), não-irradiadas (senão não germinarão) e não-transgênicas.

Elas são facilmente encontradas em lojas de produtos naturais e restaurantes vegetarianos e geralmente trazem a palavra ?orgânica? destacada na embalagem . Desconfie de sementes encontradas em supermercados ou que não constem como orgânicas.

Além das citadas abaixo, você poderá encontrar outras opções, mas vá com calma até se acostumar ao plantio.


 Características de algumas sementes 

Abóbora - {não indicada / faltam dados} - Experimente fritar um punhado em manteiga ou torrar as sementes no forno (mais saudável) e temperar com pimenta do reino e sal marinho.[5]

Alfafa - Difícil cultivo. Geralmente plantada na terra. Deve ser comida apenas depois de 6 ou mais dias.

Amêndoa - Sugestão: fazer leite dos brotos. O leite de amêndoas já é uma delícia.

Amendoim - Recomenda-se retirar a casca para aumentar a digestibilidade. O amendoim deve ser in-natura, não torrado ou com sal.

Arroz - Não é todo arroz que dá bons brotos e o gosto parece não ser muito apreciado pelos vegetarianos.

Aveia - Sugestão: fazer leite dos brotos.

Batatas - NUNCA germine, pois a semente é tóxica!

Ervilha - Regra para qualquer broto de leguminosas: Para comê-los crus, colha com pelo menos 7 a 10 dias de germinação, pois eles podem apresentar resíduos tóxicos se comidos antes. Para cozinhá-los, colha-os tranquilamente a partir do primeiro dia.

Feijões azuki, Moyashi, de corda e outros (excepto soja) - Regra para qualquer broto de leguminosas: Para comê-los crus, colha com pelo menos 7 a 10 dias de germinação, pois eles podem apresentar resíduos tóxicos se comidos antes. Para cozinhá-los, colha-os tranquilamente a partir do primeiro dia. O feijão de corda é o mais gostoso, na minha opinião (veja foto). O feijão preto não é recomendado para brotos, pois é mais tóxico.

Fenugreek (Feno Grego) - Gosto amargo, é uma erva que tem altas dosagens de proteína e complexo de vitaminas B. [fonte]. Embora tenha sido muito usada no Oriente Médio para aumentar a lactação [fonte], foi desaconselhado este uso por pesquisadora norte-americana [fonte].

Gergelim - Aconselha-se germiná-los sem casca, mas já ouvi que o germinam com casca mesmo. Como os brotos ficam amargos rapidamente, aconselha-se comê-los em até 1,5 dia.

Girassol - Sabor levemente picante.

Grão de bico - Tende a estragar rápido (ou a falhar na germinação), portanto escolha sementes mais novas e menores.

Lentilha - A marrom é mais facilmente encontrada. A vermelha parece ser mais difícil. O broto é muito saboroso. Experimente arroz com broto de lentilha à moda árabe. (Com 500 gramas de lentilha é possível prepararmos de 4 a 5 kg. de brotos. Ganha-se grande quantidade de Nutrientes com um alimento leve e muito saboroso[3]).

Linhaça (semente do linho) - Difícil cultivo. É considerada laxante, portanto não exagere na quantidade por refeição.

Milho - Cuidado com sementes tratadas com fungicidas! O broto tem gosto de milho crú (direto da espiga)

Milho para pipoca - Cuidado com sementes tratadas com fungicidas!

Mostarda - {não indicada / faltam dados}

Painço (milho miúdo) - Cuidado com sementes tratadas com fungicidas!

Rabanete - {não indicada / faltam dados}


Repolho - {não indicada / faltam dados}

Soja - Difícil cultivo. Geralmente plantada na terra. Aumenta em muito a quantidade de nutrientes após a germinação. A soja em si já é rica em nutrientes. A indesejável quantidade de sementes transgênicas torna a soja desinteressante. Algumas tentativas de cultivo no germinário foram em vão, pois não houve o desenvolvimento desejado e ocorreu fermentação (apodrecimento).

Tomates - NUNCA germine, pois a semente é tóxica!

Trigo - São muito fibrosos para serem comidos
após o segundo dia de germinação, mas há quem os aprecie logo após o primeiro dia. Ainda no período inicial, o sabor é levemente adocicado.

A gramínea é uma excelente desintoxicante sanguíneo (extrato coado ou sumo, misturado à água de ph alcalino - acima de 7 - e a sucos de maçã ou preferencialmente frutas cítricas).

Colha-as com 5 a 10 dias, bata no liquidificador com 100 a 200ml de água por uma a três vezes ao dia, pelo menos 1 hora antes de qualquer refeição.

Uma semana a um mês de ingestão do suco de capim de trigo faz milagres! Dores de cabeça e musculares, durante a primeira semana, são esperadas por causa da liberação de toxinas armazenadas principalmente nas gorduras do corpo.


 
Outros tipos de germinarios

Existem vários tipos de germinários, desde manuais, passando por semi-automáticos e até totalmente automáticos. Geralmente, os automáticos chegam a alcançar custos altos e não são facilmente encontráveis no Brasil. Como o nosso clima é bem diferente do europeu e do norte americano, acho arriscado comprar um vindo destes países.

O mais fácil de fazer e de adaptar é o ?saco de linho?. Ele forma uma mini-estufa para os brotos germinarem. Note que o saco é preto, mas o linho provê a respiração dos brotos. O ritual é simples: coloque a boca do saco na torneira (de um filtro de parede ou com um certo fluxo d?água) e deixe a água fluir por alguns segundos por entre os brotos. Depois, pendure novamente o saco em algum lugar arejado, sem vento e sem incidência direta da luz do Sol.

Alguns brotos se adaptam bem, mas outros mofam rapidamente. O aconselhável, para quem quer utilizar este método, é colher os brotos antes que haja qualquer mofo, ou seja, de 1 a 4 dias do início da germinação.

Fonte:http://pt.petitchef.com

Faça em casa seu broto germinado!

[brotos00021.jpg]
Depois de um longo período ibernando (364 dias exatamente), cá estou eu de volta com um novo artigo.

1 - Introdução

As sementes são verdadeiros acumuladores biológicos de energia, sob a forma de energia nutritiva e alimentar.

SEMENTES + ÁGUA: basta isso para que você aproveite o máximo de energia vital acumulada que será liverada nos brotos, essa energia é usada para estimular todos os processos biológicos de reprodução celular da planta. Assim, se nos alimentarmos desses brotos germinados, estaremos utilizado dessas reservas de energia nutritiva, que nunca irão reaparecer em concentração semelhante na vida posterior de uma planta.

2 - Vantagens do cultivo e consumo de brotos:

Enumero aqui algumas das vantagens de se cultivar e consumir brotos.

Primeira: aumento da quantidade de vitaminas e sais minerais, com a consequencia baixa do teor de amidos e óleos, "digeridos" durante o silencioso milagre da germinação;

Segunda: o sabor, ... seja ele picante (dos brotos de mostarda, agrião e rabanete) ou o adocicado dos demais é, literalmente, um prato cheio;

Terceira: organismos mais delicados aceitarem maravilhosamente os pratos à base de brotos, ainda que as sementes que lhe deram origem sejam indigestas;

Quarta: ausência total de fermentação intestinal quando consumidos, por exemplo, brotos de feijão;

Quinta: ausência de terra, fertilizantes ou inseticidas para esta forma insólita de cultuvo;

Sexta: a facilidade de aproveitamento de todos os espaços domésticos para o cultivo;

Setima: o curto espaço de tempo que vai da "semeadura" ate a "colheita": não mais de uma semana.

3 - Material necessário:

a. Vidros de boca larga;

b. Tela fina de náilon, filó ou gaze de algodão esterilizada (para vedar a boca dos vidros), ou a própria tampa do vidro furada com metal fino e quente (por exemplo, prego, agulha, etc.) ou com uma furadeira elétrica;

c. Tira de borracha, elástico ou similar (para prender a tela/filó/gaze ao gargalo do vidro);

d. Travessas ou bacias grandes (para lavagem e seleção das sementes);

e. Peneiras ou coadores de diferentes tamanhos (para auxiliar na lavagem das sementes);

f. Escorredor/apoio para colocar os vidros (por exemplo, escorredor de pratos ou algo similar);

g. Panos grossos e limpos (para cobrir os vidros, impedindo assim, em parte, que penetre luz);

Todo o material utilizado para o cultivo de grãos deve permanecer impecavelmente limpo. O melhor é fervê-lo ou enxaguá-lo com água fervente após cada cultivo, para eviti a proliferação de bactérias.

Gazes de algodão não são ideais para o fechamento dos vidros, porque absorvem muita água e podem desenvolver mofo. Porém, desde que trocadas freqüentemente, também podem ser usadas.


4 - Escolha das sementes:

Toda a atenção é necessária na aquisição de sementes de boa qualidade biológica. As sementes para brotos deve ser, impreterivelmente, as de origem orgânica, sem defensivos ou agrotóxicos, completamente livres de tratamento químico, sobre o risco de intoxição de quem vai consumir os brotos.

Outro ponto importante e a qualidade das sementes. Evite usar sementes quebradas, murchas, doentes ou podres, carunchadas e com aspecto deformado pois, são suficientes apenas algumas sementes sem poder germinativo, dentro do vidro de cultivo, para influenciar negativamente as outras. Elas não se abrem, o seu amido começa a apodrecer e a fermentar, e o sabor dos brotos se estraga. Nesse ambiente, as bactérias e fungos podem proliferar.

Particularmente adquiro minhas sementes do Depósito Itapuã. Você pode pedir uma lista das sementes disponíveis pelo e-mail itapua@alfafa.com.br

5 - Água

A água é de vital importância para os brotos; por isso devemos usar a melhor possível para o seu cultivo, de preferência água mineral. Principalmente na fase inicial de absorção (período em que as sementes permanecem de molho), uma água bem pura é essencial. Para as lavagens (enxaguaduras) subseqüentes, pode-se então utilizar outra. Nos casos de dúvida sobre a sua qualidade, podemos usá-la fervida ou filtrada.

Costumo usar água usada para deixar de molho as sementes para regar minhas plantas pois esta contem muitas substâncias nutritivas. Só não deve ser usada por humanos pois contem muito fitato e oxalato (substancias anutricionais para nossa espécie).

6 - Temperatura

A temperatura ideal para germinação dos brotos é de + ou - 25ºC. Uma variação grande para menos ou para mais respectivamente atrasa ou acelera o seu desenvolvimento. Por isso é ideal deixar os vidros de cultivo em local freco como: em baixo da pia, em armários, caixa de isopor com ventilação ou mesmo contruindo um germinário (darei mais detalhes sobre como fazer um em outro artigo).

Em dias quentes os brotos precisam, sem falta, ser enxaguados e molhados mais freqüentemente.

7 - Luminosidade

Na natureza, as sementes germinam na semi-obscuridade da terra. Para criarmos condições semelhantes, os vidros de cultivo devem ser cobertos com um pano bem grosso ou colocados em ambientes onde não recebam muita luz como armários e caixas ventiladas, onde os brotos tenhma uma luz fraca e indireta.

8 - Circulação de ar

É imprescindível que a circulação de ar dentro do vidro de cultivo permaneça constante. Ao se cobrir o vidro, deve-se estar atento para não obstruir a sua boca, a fim de que o ar possa circular livremente em seu interior. Do mesmo modo, ao se colocar o vidro em uma caixa de isopor ou em um germinário, estes devem ser bem arejados.

Se os brotos se expandem muito dentro do vidro, é aconselhável lavá-los numa peneira ou coador, para que possam absorver melhor o ar de que necessitam. O mais indicado é usar uma quantidade de sementes compatível com o tamanho do vidro.

9 - Algumas regras para o sucesso do cultivo:

a. Os brotos devem ser mantidos úmidos e nunca encharcados;

b. Procurar manter uma temperatura média do ambiente em torno de 25°C;

c. Molhar regularmente os brotos, isto é, de preferência sempre nos mesmos horários e no mínimo duas vezes ao dia, em dias frios e três ou mais vezes em dias quentes;

d. Proporcionar espaço suficiente dentro dos vidros, para que os brotos possam se expandir livremente e ter o ar necessário;

e. 0 local para o cultivo deve ser tranqüilo, harmonioso, arejado e não muito iluminado.

10 - Algumas causas para o insucesso do cultivo:

a. Sementes de má qualidade biológica, velhas demais, machucadas, podres, quebradas ou armazenadas inadequadamente;

b. Sementes mantidas secas demais dentro do vidro.

c. Sementes mantidas úmidas demais ou tratadas quimicamente, o que leva ao apodrecimento fácil;

d. Temperatura ambiental baixa demais, impedindo a germinação;

e. Temperatura ambiental elevada demais.;

f. Excesso de luz sobre as sementes, causando fermentação;

g. Má qualidade da água;

h. Desenvolvimento de bactérias no interior do vidro ou na tela que o fecha;

i. Uso de sementes que tenham recebido radiação;

j. Recipientes metálicos geram óxidos que compromentem a germinação.

11 - Começando o platio

a. Pela noite, lave, em uma vasilha, 1 xícara de sementes da sua preferencia retirando as sementes que estão estragadas que sobrenadam, juntamente com outras pequenas "sujeiras" (pedaços de sementes, pedaços de folhas, de cascas, etc);

b. Coloque as sementes lavadas em um vidro de boca larga e complete com 5 xícaras de água
(mineral, de preferência);

c. Deixe as sementes de molho nessa água umas 12 horas, da noite para o dia seguinte;

d. Após 12 horas fazer nova limpeza, retirando os eventuais grãos que não estejam sadios, que sobrenadam ou que não incharam, e escorrer a água do molho (que poderá ser aproveitada para regas de plantas);

e. Fechar a boca do vidro com um pedaço de tela/filó/gaze, prenden-do-a no gargalo com uma tira de borracha, elástico ou algo similar ou com a própria tampa do vidro, furada;

f. Colocar o vidro em posição inclinada, de modo a escorrer o excesso de água (por exemplo, sobre um escorredor de talheres). Coloque o vidro dentro de um germinário ou cobri-lo com um pano grosso, deixando porém a boca do vidro livre para que o ar circule;

g. À tarde e à noite no inverno (ou pela manhã, à tarde e à noite no verão), enxaguar as sementes, colocando água no interior do vidro e agitando-o bem e em seguida fazê-la escorrer novamente, recolocando o frasco de volta ao local anterior;

h. Quando o broto atingirem pelo menos o tamanho das sementes, ele já poderão ser utilizado, não devendo ultrapassar muito este ponto.

12 - Retirando a casca para consumo:

Comer algumas casquas da sementes germinadas não faz mau para ninguem, mas todas as cascas de uma produção pode gerar problemas. Recomenda-se retirar as cascas dos germinados, antes de usa-los, pois estas são ricas em celulose e outras substancias anutricionais e não são digeridas com facilidade pelo organismo humano.

Retirar uma por uma dos germinados é praticamente impossível então: temos três opções para remover a casca das sementes antes de consumir.

primeira é: após o molho de + ou - 12 horas, coloque as sementes em uma bacia e vá passando-as entre os dedos. As cascas vão se soltando totalmente.

segunda é uma variação da primeira: logo que apareça o ponto germinativo na semente (o narizinho), retire as sementes do vidro de cultivo e, sobre uma vasilha, esfregue-os delicadamente entre as mãos para que a casca se solte da semente. Alguns pontos germinativos irão se quebrar mas, se essa operação for feita sim que os mesmo apareçam, eles iram crescer normalmente.

terceira maneira, a que eu uso é: coloque os brotos dentro de uma vasilha funda com água até a boca; faço um rodamoinho com os dedos/colher; espero a água parar; as cascas ficam quase todas no centro boiando ou no fundo; aí "pesca-se" as cascas que boiam, retira-se os brotos e, logo em seguida, as cascas dos fundo. Repita esse processo de 2 a 3 vezes.

13 - Algumas dicas:

a. As sementes crescem muito quanto se transformam em brotos. Com exemplos: 1 xícara de sementes de girassol rende 3 xícaras de brotos. 1 xícara de feijão rende 8 xícaras de brotos;

b. A quantidade e a freqüência com que os brotos devem ser consumidos variam de indivíduo para indivíduo. Com a prática do dia-a-dia você vai aprendendo a dosar suas necessidades sementes;

c. Os germinados produzidos deveriam ser consumidos o mais breve possível. Se precisar guardar uma quantidade na geladeira, coloque em uma vasilha e mantenha-os na gaveta de baixo cobertos com um pano úmido para que durem mais;

d. Depois de germinados, alguns brotos podem ser expostos por poucas horas à luz natural indireta, para que formem clorofila;

e. Antes de comê-los ou cozinhá-los, lave-os com água em abundância para retirar os resíduos metabólicos. Eles podem causar gases. Caso você tenha usado a 3ª técnica para retirar as cascas das sementes, você não vai precisar lava-os novamente;

f. Os sabores dos brotos não são primores para satisfazer nenhum gourmet, mas eles são tão saudáveis que uma dieta à base de brotos pode melhorar e muito a sua saúde. Se você ainda não está acostumado(a) aos sabores dos brotos, enriqueça a comida do dia a dia ou a salada. Alguns têm gostos mais picantes, outros mais amenos.

g. Lembre-se que todo alimento cozido perde as enzimas que ajudam na digestão, assim como boa parte da energia vital. Prefira comer os brotos crus ou misturados com cozidos;

14 - Uma breve classificação dos brotos:


Aqui estão ordenadas as sementes de acordo com seus hábitos de germinação. Vamos lá:

a. Sementes pequenas: alfafa, mostarda, gergelim, painço, amaranto, couve-rábano, etc.
Todas elas crescem rápido, possuem aroma limpo e marcante através do qual estimulam o organismo. Com exceção da alfafa, que tem sabor mais suave, todos os outros brotos
são de preferência complementos para sopas, saladas e "mexidos".

b. Cereais: trigo, arroz, centeio, cevada, milho, aveia.
Geralmente em 2 dias já soltam o germe e a raiz, e esses brotos deveriam ser usados apenas bem jovens, tenros e enquanto o germe e as raízes não são muito mais longos que o próprio grão. Possuem um sabor suave e doce e complementam qualquer prato, principalmente saladas.

c. Leguminosas de casca mole: lentilha, feijâo-mung (moyashi), feijão-azuki.
Fáceis de cultivar, até mesmo em grande quantidade. Também complementam pratos ou saladas.

d. Leguminosas de casca dura: grão-de-bico, ervilha, soja amarela.
São geralmente brotos muito nutritivos.

e. Sementes produtoras de muco: agrião, linhaça, rúcula.
Durante o período de molho, elas formam uma substância mucosa e pegajosa. Crescem melhor sobre uma superfície úmida (pano de algodão, papel-de-filtro, etc). Têm sabor forte e picante.

f. Sementes de casca indigesta: girassol, trigo-mourisco ou trigo sarraceno, abóbora, amêndoa. Após a germinação, as cascas devem ser retiradas.

15 - Finalizando:


Esse não é nenhum tratado de germinação de sementes para consumo humano, nem pretende ser a exposição da técnica "correta" pois existem outras tantas técnicas de cultivo de brotos, simples e práticas também como: cultivo em vasos, peneiras, coadores, saquinhos de filó, tubos de plástico, tabuleiros, potes e ate em pratos, que dão tão certo quanto essa.

Cabe a quem for utilizar fazer suas adpatações e correções na técnica.

Caso queira me enviar suas correções e seus resultados, ficarei muito satisfeito em poder comentar e ajudar.

16 - Fontes:

- Os Brotos - Nakayama, Akira - Editora Gaia - 1984
- Plantas que ajudam o homem, Guia párico para a época atual - Dr. José Caribé e Dr José Maria Campos (Clemente) - Editora Cultrix/Pensamento - 8ª edição - 1991.

Fonte:http://mungoverde.blogspot.com.br

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